Jeanneau

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Em 1957, Henri Jeanneau, que já era apaixonado por aviões e carros, acabara de descobrir um novo amor: barcos. A paixão começou quando viu um barco passar pela sua janela. Pouco mais tarde, em Les Herbies, na França, berço de grandes artesãos, ele começou a construir um casco de madeira, com o qual ele participou da corrida 6 horas de Paris, a maior na época. Ele venceu a prova e começou um novo negócio. Em 1959 contratou construtores de canoas para serem aprendizes no “Nautical Hall of the West” (São Náutico do Oeste, em tradução livre), o que viraria, alguns anos mais tarde, o estaleiro Jeanneau.
A França estava crescendo bastante à época e o novo executivo compreendeu rapidamente que o aparecimento de novos aparelhos elétricos projetados para facilitar as tarefas domésticas, permitiria que as famílias dedicassem mais tempo ao lazer: ao sol, ao o mar e à passeios de barco!

Anos 1960: a estreia das lanchas Jeanneau
Em 1961, a primeira lancha com casco de fibra de vidro da Jeanneau fez a sua estreia. Era a Calanque. Ela manteve o deck de madeira e tinha linhas de uma fragata, o que fazia total sentido, uma vez que foi moldado em um casco de madeira. No mesmo ano, um sono virou realidade. A Jeanneau criou o primeiro barco inteiro de fibra de vidro. Este novo material deu à empresa uma grande vantagem tecnológica. De um molde, vários cascos poderiam ser criados. A fibra era aplicada ao molde e coberta com resina, que era espalhada por um rolo. Depois disso, os trabalhadores tinham apenas que esperar o casco estar curado para seguir para o próximo.
Era o começo de uma saga de barcos a motor, já que mais de 1500 foram construídos em série. Um após o outro, foram recebendo nomes como “Squale”, “Lion de Mer”, “Caraibe”, até o nascimento do primeiro grande barco, o “Imperator 900”, criado em 1966 e depois gravado em uma parede, em escala 1:1.
Com meio século de existência, uma revolução aconteceu.
O trabalho artesanal de 1960, que era normal na França – cada barco era único, e frequentemente customizado ainda na linha de produção – e o avanço da tecnologia, similar àquele usado na aeronáutica, em 2007, permitiu que a Jeanneau usasse softwares 3D e máquinas de cortes eletrônicos na fabricação de seus barcos.
Durante os 50 anos de desenvolvimento, os homens e mulheres da Jeanneau se envolveram em seus ambientes de trabalho, sem deixar de lado a paixão pelo mar e o amor por ver um trabalho bem feito.
No início, para testar a solidez dos primeiros barcos de fibra de vidro, um barco foi atrelado a um cabo de reboque e colocado no Lago Tricherie, a cerca de 10 km do Les Herbiers, na França. Lá, a toda a velocidade, ele foi lançado sobre uma rampa de madeira e no ar, passando por uma estrada nas proximidades, para pousar em um campo. Henri Jeanneau estava no comando, é claro. Hoje, os testes da vida real são realizados em travessias oceânicas ou circumnavegações.

Anos 1970: O prazer das massas em fazer cruzeiros
O primeiro veleiro da Jeanneau foi lançado em 1964, uma data que é sinônimo de democratização do prazer em cruzeirar. No mesmo ano, Éric Tabarly chamou a atenção do público quando completou a primeira edição da Ostar Race, uma regata transatlântica, a bordo do seu ketch de 44 pés “Pen Duick II”.
Onde a vela oceânica francesa – ou até mesmo o prazer de velejar a passeio – estaria sem a vitória de Eric Tabarly? Esta era a primeira fez que um francês vencia um inglês em sua casa. Tabarly se tornou o orgulho da França e passou o seu amor pelo mar a uma nova geração e criou um frenesi pela vela entre os franceses. Ele inspirou muitas carreiras, levando o seu legado a um número enorme de skippers que mais tarde também ficariam famosos, incluindo Alain Colas, Olivier de Kersauson, Philippe Poupon, Marc Pajot, Titouan Lamazou, Michel Desjoyeaux, Philippe Monnet, Francis Joyon, e Jean Le Cam.
No final da década de 1960, o prazer de velejar a passeio virou febre e os estaleiros como a Jeanneau passariam a produzir veleiros, beneficiados por este entusiasmo pelo iatismo. Novas tecnologias permitiram baixar o custo de produção e de venda e o prazer de velejar ficou acessível ao grande público. A famosa escola de vela Glénans foi fundada no mesmo período. Foi o fim da era nobre da vela e a produção de veleiros começou com o fabuloso Sangria, um modelo lançado pela Jeanneau em 1970 que teve mais de 2.700 unidades vendidas.
Este sucesso colocou a Jeanneau na liderança da indústria náutica em relação à design e construção de veleiros de cruzeiro.  

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